PARIS SEM CARROS NAS RUAS

Nos últimos seis anos, Paris, nos últimos 6 anos, fez mais do que qualquer outra cidade do mundo para retirar os carros das suas ruas. A prefeita Anne Hidalgo abriu parques lineares nas antigas rodovias ao longo do Sena, retirou os carros a diesel da cidade, abriu faixas de ônibus, aumentou o preço dos parquímetros e lavrou ciclovias em centenas de ruas. 

Paris eliminou os carros da Rue de Rivoli, sua principal via de acesso. Há planos em andamento para transformar a Champs-Elysées em pedestres e plantar milhares de árvores para tornar a cidade mais verde, limpa e fresca.

David Belliard é o homem do transporte e espaço público, seus projetos mais recentes incluem o estabelecimento de zonas livres de carros fora das escolas e a aplicação do novo limite de velocidade da capital de 30 quilômetros por hora.


Fontes e Imagens: Slate

VOLTAR PARA O CAMPO

Foto: Jasmin Chew no Pexels

O fenômeno mundial de uma utopia urgente de voltar para o campo. Deixar as grandes e médias cidades com a complexidade urbana e viver na zona rural.

Com a pandemia e a recomendação da adesão ao home office para todos os setores, com uma grande percentual que querem evitar de voltar para os escritórios, também cresceu o número de pessoas que fugiram para o meio do mato.

Este êxodo urbano tem na Espanha e em grande parte do mundo moderno uma participação de muitas famílias levando em conta a felicidade descrita por aqueles que puderam viver esta transformação. 

Na Espanha, várias prefeituras de pequenos municípios aproveitam a oportunidade para tentar a atrair população jovem com boa Internet; há também dados que apontam, no país europeu, o aumento da procura de casas em municípios espanhóis com menos de 5.000 habitantes, como mostra o site Idealista (14,8% do total em novembro contra 10,1% em janeiro de 2020); e o total de pedidos registrados pelo Projeto Arraigo para se mudar a um povoado: 2.000 em 10 meses, o mesmo que nos quatro anos anteriores, quando foi criada a iniciativa de ajuda à repovoação.

Há vários fatores que justificam a fuga para o campo. Mais contato com a natureza, menos contato com os problemas das grandes cidades (mais caras, mais desiguais, mais saturadas), deixar o vício dos celulares e toda essa convulsão existencial que vem sendo o século XXI e que deixa o ser humano sem poder respirar. 

Fontes e Imagens: El país