ESPORTE – PRAZER FÍSICO E MENTAL.

Foto de Dó Castle na Pexels

Adoro os esportes não competitivo, mas nada contra as competições, apenas uma questão de fórum íntimo. São dezenas de opções de modalidades esportistas. Veja algumas dela nesta incrível loja francesa de material esportivos, a Decathlon

Eu velejei e joguei tênis na juventude. Mais velho comecei com o ciclismo e as trilhas na natureza.

Com a bicicleta busco fazer além de passeios urbanos e no campo. Faço também o cicloturismo onde eu pedalo e viajo ao mesmo tempo. Durmo em barraca na natureza e faço a minha comida. Sensacional ver a paisagem a 15 km por hora, e com isso não perco os detalhes, como as flores e os frutos, e conheço novos lugares incríveis. 

As caminhadas nas trilhas (também de bicicleta) em plena natureza são incríveis, riachos, cachoeiras, bosques, montanhas. praias e mar a sua disposição pelo caminho. O prazer de tocar e sentir o cheiro da natureza e nada que nos dá a sensação fisica de felicidade, do que o contato com a água. Os parques nacionais são uma ótima opção em qualquer parte do mundo.

Estes esportes que falei e muito outros são importante para a sua saúde física e mental, pois movimenta seus músculos (físico) e baixa seu estresse (mental).

Na próxima postagem vou falar no subgrupo Lazer.

Fontes e imagens: Carlos Pojo Rego, Pexels.

ITAIMBEZINHO EM CAMBARÁ DO SUL – RS, BRASIL

Neste sábado resolvi pegar uma excursão, que não faz muito o meu género, acho chato e um pouco cafona, mas pelo preço R $89,90, fiquei tentado, e não me arrependi. 

A excursão saiu de Porto Alegre às 5 horas da manhã e pude pagar o ônibus em São Leopoldo às 7 horas num posto da Shell. Um ótimo veículo de dois andares e quatro rodados (dois na frente e dois atrás) com todo o conforto, me levou até nosso destino, Cambará do Sul, no Rio Grande do Sul. 

Depois de um honesto buffet de café da manhã por R $20,00, embarcamos num ônibus secundário, paguei mais R$ 10,00 em dinheiro e tem que ser trocado, pois o motorista nunca tem troco (dica da guia) para enfrentar uma “boa estrada de terra” até o Parque Nacional Aparados da Serra, que é administrado de forma sofrível pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio do Ministério do Meio Ambiente. Conta a lenda local que será tercerizado no mês que vem, por uma empresa paulista, que ganhou a concorrência. Hoje o ICMBio não cobra para entrar e mais uma vez conta a lenda local que vão cobrar R $80,00 por pessoa.

Ficamos duas horas numa fila que estava na contramão da estrada fora do parque e a má vontade dos funcionários federais, se fez presente, ao dizer que a  fila como era fora do parque não era de responsabilidade deles organizar. Mais um atestado de incompetência turística brasileira. Com a paciência típica de classe média em férias se falou muito mas não se fez qualquer reclamação formal com qualquer responsável.

Mas os cânions são lindos e ao chegar no estacionamento partimos para uma primeira trilha de 6 km (ida e volta). Realmente uma beleza repleta de araucárias enormes e lindas. Na trilha tem vários mirantes e o destaque é o do Cotovelo que dá o nome a trilha. Os paredões são lindos e exuberantes com seus 720 metros de profundidade. Na trilha estávamos a 1.100 metros do nível do mar.

Logo depois, com uma pequena parada para as necessidades básicas, vamos pela trilha do Vértice, com apenas 1,3 km (ida e volta). A caminhada pela borda do cânion é contemplada por um visual incrível, e na trilha é possível a visualização da cachoeira Véu de Noiva com seus suntuosos 700 metros de altura. A altura do Véu da Noiva me fez lembrar os 22 metros da Cachoeira do Abade em Pirenópolis, Goiás, a linda cidade histórica (1727) que vivi por 20 anos. Depois mais 40 minutos de ônibus para a padaria local e comer um “Xis”. como nós gaúchos chamamos o Cheeseburger. Lá, às 16 horas, eu gastei mais R $21,00 para o que foi o meu almoço tardio ou um jantar prematuro.

Comido, peguei o ônibus de volta para o posto Shell em São Leopoldo, mas no outro lado da BR e “tive” de passar por uma passarela bem iluminada mas com pouca conversação, aliás, como todo o serviço público oferecido aos pedestre nesse país, com raras e honrosas exceções.

Parabéns para a agência que organizou o passeio “bate e volta”, a Trip Tri de Porto Alegre, RS, que proporcionou um justo e honesto passeio de um dia por R $131,00 com tudo incluso. Em tempo, gastei mais um pouco e esqueci de incluir, R $16,60 para ir e voltar ao Posto Shell de Uber.

Fontes e Imagens: Carlos Pojo Rego