VIAJES SEMPRE COM TEUS FILHOS.

Foto de Olya Kobruseva no Pexels

Viagens de férias com seus filhos, os tornam mais felizes e independentes, sem dúvida é o melhor presente de aniversário ou nas datas especiais.

No estudo realizado e publicado pelo The Jornal of Social and Personal Relationships, com mais de 500 pessoas, o melhor presente que já receberam, foram as experiências e novos lugares que as viagens proporcionam.

As viagens de férias, proporcionam impulsos para a felicidade a longo prazo e tornam as crianças mais inteligentes, conforme artigo no The Telegrah, da pesquisa da Dra. Margot Sunderlan

A pesquisa descobriu que pequenos momentos de positividade, como uma palavra gentil, abraçar uma criança, receber compaixão, fazem as pessoas se sentirem mais amadas. Dra. Sunderlan escreve; “Se você está no dilema de comprar um tablet ou férias, considere o benefício cognitivo que a viagem terá no desenvolvimento da criança.”

A ideia de oferecer às crianças o mais do nosso tempo, possa parecer pouco em relação a presentes caros e da moda. Mas pesquisas recentes mostram que a experiência humana vivida e compartilhada entre os pais e seus filhos, fortalecem muito os seus laços afetivos.

Fontes e Imagens: Viajero peligro

O CARRO ELÉTRICO MAIS BARATO NO MUNDO

Quando penso em carro elétrico, vejo vários modelos bem interessantes, mas com preço ainda muito alto para a maioria dos mortais. Mas tudo indica que o governo da Rússia, apesar do lançamento ter passado por dificuldades e diversos atrasos no cronograma, vai lançar o modelo urbano Zetta que promete ser o carro elétrico “mais barato do mundo” e o seu lançamento deve ocorrer até o final do ano (2021).

Minha ideia de uso do carro elétrico é que seja urbano (pequenas distâncias) ou semiurbano (média distâncias) compartilhado por mais de um usuário, através de aplicativos em telemóvel (celular), cobrado pelo uso e para lugares que não existam transporte coletivo. Pois mesmo elétrico ainda é um transporte que polui mais do que o transporte coletivo.

O EV de três portas, o Zetta, será produzido a beira do Volga na fábrica a Togliatti do Grupo Renault, é um pequeno carro elétrico, que está a passar pelos testes finais e o seu valor de venda, será algo em torno de 550.000 rublos, o equivalente a € 6.500 (R$ 39.500). 

O Zetta conta com três metros de comprimento e tração dianteira que alcança a velocidade máxima de 120 km/h. O veículo para apenas dois ocupantes é equipado com uma fonte de energia de apenas 10 kWh, que promete autonomia de 180 quilômetros com uma única carga. Mais do suficiente para um carro urbano com viagens de pequenas e médias distâncias diárias.

Fontes e Imagens: Olhar digital

VIAJANDO DE BICICLETAS NOS COMBOIOS EM PORTUGAL

Um requisito, para mim, que é fundamental que o comboio (trem) dê para transportar a minha bicicleta e assim possamos chegar a um sítio (lugar) sem um carro.

Como em Portugal o transporte de bicicleta num comboio é permitido mas não é garantido, o que pode ser frustrante e causar surpresas desagradáveis. Pois existem várias regras, horários e diferentes serviços para que a sua companheira de duas seja autorizada a viajar.

O Lisboa Para Pessoas preparou um guia com informações para como levar a tua bicicleta contigo numa viagem da CP (Comboios de Portugal). O transporte de bicicletas comuns ou elétricas é sempre gratuito. As bicicletas de carga não estão autorizadas.

Existem, no entanto, um conjunto de horários em que o transporte de bicicletas não é permitido nos Regionais e InterRegionais. O transporte de bicicletas e trotinetes (patinetes) é gratuito e permitido todos os dias e em todos os horários, dos comboios urbanos de Lisboa, Porto e Coimbra em todas as linhas. É aconselhado o transporte das bicicletas nas carruagens (vagões) e locais identificados para o efeito.

Para os brasileiros usar um sistema de comboios tão bom como o de Portugal é um luxo que infelizmente não temos no Brasil, com as exceções dos metrôs urbanos e dos sofríveis trens nas periferias de algumas cidades brasileiras. Nada ligando, como em Portugal do norte ao sul do país. Triste Brasil.

Fontes e Imagens: Carlos Pojo Rego

VIAJAR SOZINHA NA AMÉRICA DO SUL, COM 80 ANOS

Hoje vejo como iria facilitar para um nômade digital “levar” a sua própria casa, como o caracol. Os aluguéis por temporada nas pequenas cidades são muito caros e imóveis para alugar por mais tempo, mínimo seis meses, tem várias garantias. Sobram os quartos em casas de família, cada vez mais raros hoje em dia. Além do fato que tu és, sempre olhado como um aventureiro pelos habitantes locais. 

Estou vivendo esta experiência com 71 anos. Adorei essa bisavó argentina, Sara Vallejos, que começou a sua “aventura” com 80 anos e, ao longo desses dois anos, já rodou quase 100 mil quilômetros.

Sara vendeu sua casa e seu carro e comprou um motorhome para realizar o sonho de viajar pela América do Sul por terra, sem destino pelo continente e sozinha. Até os seus 44 anos fez tudo igual à maioria das mulheres da sua época, casou  jovem, teve três filhos, cuidou deles e do marido, educou, cozinhou e passou suas roupas. Mas os filhos cresceram,  foram para a universidade e depois de 45 anos casados ela se separou. Ficou sozinha.

Sara foi à luta, se formou na faculdade em inglês, arrumou um emprego como professora na província de Tucumán. Aposentou em 2012, a partir daí, ela fez de tudo: viajou, montou um restaurante em sua casa, uma livraria móvel e delivery de comidas.

Depois disso, surgiu a ideia de viajar pela América do Sul de motorhome. A expedição começou pelo Uruguai e depois Sara veio para o Brasil, percorreu de ponta a ponta. Na maioria do tempo ela viaja sozinha, mas busca amigos e caronas pelo caminho.  Mas não cede o volante a ninguém.

Sara aprendeu a viver de forma simples e desapegada de bens materiais porque no motorhome só cabe o necessário, nada extra.
Fontes e Imagens: Infobae, Esse mundo é nosso

MORAR NO INTERIOR DE PORTUGAL

Já faz mais de três décadas que busco morar em cidades pequenas, morei na Armação do Búzios (por volta de 15.000 habitantes na década de 90), no estado do Rio de Janeiro, Brasil, em Saint Tropez (5.400 habitantes hoje) na França, Pirenópolis (16.000 habitantes em 2.000) , no Goiás, também Brasil e agora busco uma cidade na serra gaúcha na região de Canela ou São Francisco de Paula.

As vantagens de morar no interior, numa cidade pequena, estão a qualidade de vida, a segurança,  a vida mais tranquila, sem estresse e com um custo de vida mais baixo. Poder se deslocar a pé ou de bicicleta, respirar um ar puro, ter uma alimentação mais saudável com produtos comprados diretos dos produtores. 

Com a minha nacionalidade portuguesa, pretendo viver na terra de Camões, e buscar uma linda aldeia num comcelho bem no interior em uma das cinco regiões de Portugal.

Diferente da Pátria Amada Brasil, com a típica indiferença dos governos a interiorização da população brasileira, Portugal sensível a importância de um interior forte cria vários incentivos para morarmos no interior. Tem apoio de formação técnica e administrativa para novos negócios e financeiro para os moradores do interior, podendo chegar a quase € 5.000,00. Ainda maior para cidadãos portugueses que residam no exterior e que queiram retornar ao país, para morar no interior com a família. Estes programas de incentivos visam ativar a mobilidade e o emprego no interior de Portugal, em regiões pouco povoadas.  

O ideal para mim seria morar 6 meses em Portugal, no Alentejo e 6 meses no Brasil na Serra Gaúcha. Como estou construindo uma nova vida e agora também com uma nova família, sem dúvida, bem acompanhado sempre será mais fácil viver os prazeres e as dificuldades em novas terras.

Fontes e Imagens: Carlos Pojo Rego

O LIVRO DO MÊS DE AGOSTO: A APANHADOR DO CAMPO DE CENTEIO

Foto de Carlos Pojo Rego

Foi um livro que li a uns 20 anos atrás e resolvi relê-lo. Um dos romances mais revolucionários e importantes do século XX. Está na minha lista dos livros que mais me marcaram. Trata-se do “O Apanhador no Campo de Centeio” (Amazon – R$ 38,70 | Amazon – € 6,99) de J. D. Salinger, escritor norte americano que nasceu em 1919, em Nova York.

O jovem “herói” Holden Caulfield é expulso de mais uma escola. Toma o trem para Nova York, sempre com o seu boné vermelho de caçador, com o dinheiro da venda de uma máquina de escrever.

Salinger conta as peripécias, do Holden, nos três dias de um final de semana de 1949 (ano que eu nasci) na Big Apple (Grande Maçã), apelido da cidade de Nova York. Estes dias e noites foram marcados por confusões, brigas e comoventes encontros com ex-namoradas e visitas à irmã de Holden, a Phoebe, única pessoa que parece entendê-lo.

Muito interessante a crítica ácida da sociedade americana, vista pelos olhos de um adolecente. Um livro que tem muito haver com a minha vida, sempre a buscar a experiência do momento e viver com as minhas limitações e aprender com a vida.

Sempre tive muita dificuldade em compreender o que a sociedade chama de “normal” e isso me fez sentir quase sempre de fora deste sistema. Tentei algumas vezes “investir” na normalidade, mas sempre me foi frustrante e muito chato. Uma merda. Fui professor universitário e trabalhei no serviço público municipal. Mais duas vezes merda. Apenas ganhei como “experiência de vida” a certeza que não queria essa chatice pretensiosa para mim.

Agora, sem mais spoiler, aproveitem e leiam este bom livro.

Fontes e Imagens: Carlos Pojo Rego

AZZURRA: MINHA MOCHILA DE 50 LITROS

Foto de Carlos Pojo Rego

Como falei no última postagem, eu viajo com duas mochilas uma na frente (sobre o peito) com 30 litros e uma nas costas com 50 litros, ambas da marca Quechua compradas na Decathlon. Uso estas 2 mochilas para guardar e transportar meus 50 itens. Hoje vou falar um pouco sobre a mochila de 50 litros, que estive no site (sítio) de Decathlon e não achei mais o meu modelo que comprei há uns 3 anos.

Meu mochilão, o “azzurra” como eu o chamo, é utilizado somente para as minhas roupas e acessórios de vestir quando estou viajando. Está a faltar colocar aquelas cafonas pequenitas bandeiras bordadas, da minha pátria amada brasil, a de gaúcho (que cada ano que passa tenho mais certeza que é um outro país) e a minha “nova” pátria lusitana. E como bem diz Fernando Pessoa “ a minha pátria é a língua portuguesa”.  

A Azzurra tem três repartições, veja o que eu coloco em cada uma delas: Na grande, levo as camisetas, bermudas, calças e suéter. Num saquinho de tela pelo lado de fora, a capa de chuva da mochila. Para os menos informados mochilas também tem capa de chuva. Tellement charmant (que charme). Com acesso pelo lado de fora a azura tem duas repartições com zíper, numa coloco as cuecas, ceroulas (no inverno) e meias. Na outra levo os meus tênis.

Todas as roupas são dobradas ou melhor enroladas e presas com uma liguinha de borracha, aquela que antigamente, quando ainda se usava dinheiro, amarravam os montinhos de notas.

Apesar de maior ela é mais leve do que a mochila de 30 litros que tem todo o equipamento pesado de trabalho, como o notebook por exemplo. Quando estou numa cidade e faço passeios de curta duração, um bate e volta, ou 1 a 3 dias não leva a mochila grande, ela fica na casa em que estou morando no momento. 

Apesar de um certo preconceito com nós, os mochileiros, principalmente nas cidades metidas a de “charme” turísticos. As minhas duas companheiras inseparáveis são fiéis,  lindas e cheias de charme. 

Fontes e Imagens: Carlos Pojo Rego

MINHA MOCHILA DE 30 LITROS

Foto Carlos Pojo Rego

Viajo com duas mochilas uma na frente (sobre o peito) com 30 litros e uma nas costas com 50 litros, ambas da marca Quechua compradas na Decathlon, aquela loja francesa cheia de charme. Uso estas 2 mochilas para guardar e transportar meus 50 itens que uso para viver como Andante Digital. Hoje vou falar sobre a mochila de 30 litros, a “verdinha” como a chamo.

Esta mochila além de usar para viajar entre uma cidade e outra eu a uso  praticamente todos os dias e também para curtos passeios na cidade. Normalmente quando saio com ela na cidade não levo todos os meus itens. Principalmente os de trabalhos, como, o notebook e seus acessórios, utensílios para comer, os documentos, entre outros, eles ficam no quarto que eu alugo. 

A mochila “verdinha” tem seis repartições, veja o que eu coloco em cada uma delas: 

1) Repartição Maior c/ zíper –  Roupas de chuva e para uma emergência:  Capa de chuva tipo poncho, camiseta, cueca, toalha e calção de banho.

Dentro da repartição maior tem várias divisões.

1.1) Bolsa Nabaiji com zíper separada de 3 litros – para guardar material de higiene e saúde: kit corta unha e lixa, máquina de cortar pelos, pasta e escova  de dentes de bambu, caixa e sabonete, caixa e bucha vegetal com tecido, perfume lavanda, remédio contra gripes, borrachinhas p/ notas.

1.2) Bolsa Nabaiji com zíper separada de 7 litros:para guardar equipamento para trabalhar: caixa de som JBL, mouse (rato), porta rato, carregador do notebook, extensão tomada, tecido para limpar o ecrã do notebook; 

1.3) Divisão envelope – Envelopes de documentos, Notebook Dell, livro do mês.
1.4) Bolsa rede com zíper – bateria externa para celular (telemóvel), 

2) Repartição Menor c/ zíper – Os utensílios para comer:
2.1) Bolsa Nabaiji com zíper separada de 3 litros  – Conjunto para comer com garfo, colher, faca e hashi, garrafa d’água de alumínio 0,5 litros, aquecedor elétrico para água, caneca de metal laqueada, marmita de inox pequena;
2.2) Divisão tipo envelope c/ zíper – canivete Suiço, bastão de selfie,
2.3) Divisão tipo rede sem zíper pequena – headphone motorola
2.4) Divisão tipo rede sem zíper maior – carregador de celular (telemóvel)

3) Repartição de baixo c/ zíper – Roupa sujas

4) Repartição tipo bolso c/ zíper – Máscaras descartáveis;
5) Bolsa externa maior rede aberta esquerda – Sandálias (par) de dedo Havaianas;
6) Bolsa externa menor rede aberta direita – Garrafa d’água de alumínio de 0,5 litros

Os itens, equipamentos e utensílios devem ser colocados sempre no mesmo lugar, para criar o hábito e termos muito bem na nossa memória sua localização.

Os insumos que uso para comer, como açúcar mascavo, cacau, sopas desidratadas, leite, eu não são transportados nas mochilas. São utilizados apenas na casa que eu estou morando, assim quando mudo de cidade, não levo mantimentos. Apenas uma pequena matula e água para a viagem.

Na próxima postagem vou falar sobre, como arrumar a mochila de 50 litros.

Fontes e Imagens: Carlos Pojo Rego

AS 6 REFEIÇÕES DIÁRIAS – ALMOÇO (13H)

A quarta refeição é o almoço, que eu gosto de comer por volta das 13 horas. Esta refeição pode ser feita por mim, quando tenho acesso a cozinha da casa em que moro. Como adoro a culinária italiana, lembrando do meu bom amigo Octavio, vou conviver diariamente com muitos tipos de massas: Espaguete, Linguine, Talharim, Fettucine, tagliatelle e pappardelle, Bucatini (macarrão furadinho), Penne, Rigatoni, Fusili (macarrão parafuso), Farfalle (gravatinha), Chifferi (caracol), Ravioli (massa recheada), Capeletti e Tortellini (Massa recheada). Vixi massa que não acaba mais!

Também gosto de comprá-la de um fornecedor local, que faz marmitas ou um restaurante com buffet. Procuro sempre comer como um vegetariano, mas algumas poucas vezes como peixe.

ItensDescriçãoQuantidadeValor
1Refeição vegetariana e peixe1 marmitaR$ 8,50
2Água mineral1 canecaR$ 0,32
TOTALR$ 8,82

O almoço custa em torno de R $8,82 por dia, com o custo mensal de R $264,60. 

Na próxima postagem, dia 15 de julho de 2021, quinta-feira, vou falar sobre o jantar, que é a minha quinta refeição do dia.

Fontes e Imagens: Carlos Pojo Rego

COMO VIVER COM 50 ITENS – ANDANTE DIGITAL

Minha filha, que mora na Suíça, me perguntou se eu poderia explicar como é possível alguém viver com “somente” 50 itens. Estes itens são meus únicos bens, meu inteiro patrimônio, e cabe nas minhas duas mochilas. A proposta é viajar trabalhando (online), no conceito do nômade digital, que vive de cidade em cidade, sem programação ou tempo preestabelecido. Vale qualquer cidade desde que seja pequena (municípios com menos 10.000 habitantes). 

Além dos 50 itens, que são bens duráveis, eu tenho os insumos (bens não duráveis). São produtos que utilizo para minha higiene pessoal (sabonete, shampoo), para lavar roupa (sabão em pó), para a saúde (remédios), para dormir (quarto ou kitnet), trabalhar (internet) e na minha alimentação nas refeições prontas ou produtos alimentícios (leite, manteiga, pão). 

Para não perder o velho hábito de ser “metido” a professor, eu dividi os 50 itens em seis grupos de uso, apesar de três grupos não terem itens de bens duráveis, apenas bens não duráveis ou serviços. Vamos aos itens:

O primeiro grupo é dos itens para a minha Alimentação (Comer): 01) Conjunto de alimentação de bambu (garfo, colher e faca) com bolsa de tecido, 02) Garrafa de metal, 03) Marmita de inox, 04) mergulhão ebulidor elétrico, 05) Caneca esmaltada.

O segundo grupo, o mais numeroso, que engloba os itens de higiene, saúde e vestuário é o Bem-estar (Bem-estar), eles são: 06) Bolsa impermeável para os itens de higiene e saúde, 07) Cortador de unha, 08) Lixa metálica de unha, 09) Máquina elétrica de cortar pelos, 10) Porta escova de dente de bambu. Na mochila grande ficam as peças do vestuário de verão: 11) Mochila Quechua 50 litros,  12) Boné da Hering, 13/14/15) Cuecas Slip (3 unidades), 16/17/18) Meias (3 unidades), 19) Suéter malha fina Hering, 20) Suéter malha grossa Hering, 21) Bermuda, 22) Bota (par) de montanha, 23/24) Calça Jean da Levis 501 (2 unidades), 25) Calça moletom, 26/27/28/29/30) Camiseta Hering (5 unidades), 31) Capa chuva tipo poncho, 32) Cinto, 33) Galocha (par) chuva , 34) Sandália (par) Havaiana, 35/36) Tênis (par) New Balance ML501 (2 unidades), 37) Toalha. Para completar o vestuário de inverno: 38) Casacão com forro, 39/40) Ceroulas (2 unidades), 41) Luvas (par) de lã.

Os próximos três grupos não tem itens entre os 50. O terceiro grupo, a Educação (Educar) os “itens” são passeios na natureza, visitas culturais (galerias, museus, artesanatos), experiências gastronomicas entre outras. Tenho um compromisso de ler um livro por mês e depois doá-lo a uma biblioteca local ou troca-lo em um sebo. Este mês estou lendo Nomadland de Jessica Bruder, que tem haver com a minha proposta de vida. O quarto grupo, a Habitação (Morar), não tenho também nenhum item, pois, vou morar em quartos alugados e com tudo que preciso, cama, armário, roupa de cama, etc. O ideal é este local ser em uma casa de uma família típica das cidades que vou conhecer. Normalmente é permitido que eu use a cozinha, a lavanderia e em muitas vezes liberam o acesso a Internet. O quinto grupo é a Mobilidade (Andar), vou fazer meus deslocamento nas cidades (curta distancia), a pé e quando viajo entre cidades uso sempre transporte coletivo.

O sexto grupo e último, o Trabalho (Trabalhar) é online (escrevendo um blog e um livro, gerenciamento de projetos com a captação de recursos financeiros para ONGs). Este trabalho pode algumas das vezes se tornar presencial, que gosto muito, pois me aproxima dos moradores das cidades em que passo. Segue os itens: 42) Mochila Quechua 30 litros, 43) Bastão de selfie com tripé com controle remoto, 44) Bateria Externa Sansung 10.000 para o telemóvel, 45) Caixa de Som JBL, 46) Canivete Swiss Vermelho, 47) Envelopes estanques para documentos, 48) Oculos, 49) Notebook Dell, 50) Celular (Telemóvel) Motorola One Fusion. 

Como bem disse o escritor norte-americano, Mark Twain; “Daqui a vinte anos  você estará mais desapontado pelas coisas que você não fez do que pelas que você fez. Então jogue fora as amarras, navegue para longe do porto seguro. Agarre o vento em suas velas. Explore. Sonhe. Descubra.” On the road

Fontes e Imagens: Carlos Rego