EDUCAR-SE PARA VIVER SIMPLES

Educar é a transformação que muito precisam para ter uma vida simples e sustentável. Como bem disse o gênio, Leonardo Da Vinci, trata-se de uma proposta de viver dentro de uma sofisticação intelectual encantadora e não de forma simplória e comum. 

Ética, beleza, harmonia e cultura são parâmetros desta vida. A simplicidade de um nascer do sol, um passeio na praia, uma escultura naif e um bom livro são bons exemplos de consumo desejado.

Hoje tornou-se fácil a busca do conhecimento, com milhares de opções na internet, mas sem esquecer da experiência do saber local. Aquele que sempre esteve na sua casa, no seu bairro, na sua cidade e no seu país. Visite e conheça tudo na sua redondeza. Comece a pé de seu bairro. Veja os artesões, os artistas populares, fotógrafos, músicos, escritores. Se surpreenda com a diversidade de conhecimento que estão a poucos metros de voce. Depois parta para mais longe …  

Crie hábitos, seja turista no seu bairro andando a pé e leia um livro por mês. Comece com poucas coisas essas duas são um bom começo.

Não perca nenhum espetáculo gratuito na sua cidade, experimente, arrisque, busque coisas novas. Vá ser feliz.

Fontes e imagens: Carlos Pojo Rego, Pexels 

VOLTAR PARA O CAMPO

Foto: Jasmin Chew no Pexels

O fenômeno mundial de uma utopia urgente de voltar para o campo. Deixar as grandes e médias cidades com a complexidade urbana e viver na zona rural.

Com a pandemia e a recomendação da adesão ao home office para todos os setores, com uma grande percentual que querem evitar de voltar para os escritórios, também cresceu o número de pessoas que fugiram para o meio do mato.

Este êxodo urbano tem na Espanha e em grande parte do mundo moderno uma participação de muitas famílias levando em conta a felicidade descrita por aqueles que puderam viver esta transformação. 

Na Espanha, várias prefeituras de pequenos municípios aproveitam a oportunidade para tentar a atrair população jovem com boa Internet; há também dados que apontam, no país europeu, o aumento da procura de casas em municípios espanhóis com menos de 5.000 habitantes, como mostra o site Idealista (14,8% do total em novembro contra 10,1% em janeiro de 2020); e o total de pedidos registrados pelo Projeto Arraigo para se mudar a um povoado: 2.000 em 10 meses, o mesmo que nos quatro anos anteriores, quando foi criada a iniciativa de ajuda à repovoação.

Há vários fatores que justificam a fuga para o campo. Mais contato com a natureza, menos contato com os problemas das grandes cidades (mais caras, mais desiguais, mais saturadas), deixar o vício dos celulares e toda essa convulsão existencial que vem sendo o século XXI e que deixa o ser humano sem poder respirar. 

Fontes e Imagens: El país

SEXTING: SEXO PELO INTERNET

Foto de Shvets Production no Pexels

O que é “sexting“? Fazer sexo pelo internet, seja por mensagens de textos, áudios ou vídeos um habito que torna-se cada vez mais comum. Não é ver material pornografico, como as nossas revistas Playboy e outras menos recomendadas da nossa adolescencia, mas “fazer” realmente sexo online com duas pessoa, do mesmo sexo ou não. 

Muitos destes “assanhados” namoros online acabam nos tradicionalistas e caretas casamentos com véu e grinalda. Por isso, hoje em dia, os especialistas não veem mais isso como fantasias solitárias de pessoas carentes. E a pandemia ainda acelerou mais este processo. Aliás, já sabemos muito bem disso, que o novo sempre nos assusta, pensar e viver “diferente” do qual estamos “habituados” a viver gera sempre na maioria das pessoas insegurança e medo. Em relação aos relacionamentos amorosos em geral e especificamente pela internet e que acabam em sexo, ainda são um grande tabu e um prato cheio para os moralistas de plantão, aqueles que invocam o capeta para tudo.  

Uma pesquisa internacional sobre sexo do Instituto Kinsey (2018), segundo esta pesquisa que entrevistou mais de 140.000 pessoas de 198 paises, em relação ao sexting, apontou que 67% dos entrevistados já fizeram sexo virtual. 

Normalmente nunca estou com a maioria, mas neste caso específico estou.

Fontes e Imagens: Carlos Pojo Rego e Pexels