A SOLIDÃO É A GRANDE AMEAÇA

Estou deixando São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, depois de quase 3 meses convivendo com uma família, casal e uma filha adulta, de amigos. Pude relembrar da importância dos laços humanos, neste mundo online. Como bem fala, Zygmunt Bauman, sociólogo polonês dos Tempos líquidos, sobre “amizade”, conexões de verdade, frente a frente, corpo a corpo, olho no olho. Nesta mistura de mistura de bênção e maldição do mundo offline. Eu não tenho 10 amigos reais, o número de dedos das minhas mãos. 

Quero ter relações afetivas reais, de carne e ossos, pois me senti ameaçado pela solidão real, que não pode ser suprimida pelos meus 4.647 amigos do Facebook. Onde é fácil conectar e mais fácil ainda desconectar dos “amigos” e das relações.

Quero sentir o cheiro da minha parceira e dos meus amigos. Sei que o mundo real é bem mais traumático de se viver do que o virtual, vou ter de dar desculpas, que terei de me explicar, mesmo até mentir, não me sentir seguro.

Mas sem dúvida estas relações reais e não das relações do Facebook são uma bênção porque é realmente muito prazeroso ter uma parceira, um amigo, uma amiga em quem confiar e fazermos algo juntos. 

Fontes e Imagens: Pensar Contemporâneo 

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